Arquivo paraDiário de Manoela.

Platão, o mundo da fantasia e a irmã de Peter Pan.

Conheci uma garota que UAU! Ela era realmente incrível. Quando me contam coisas sobre ela, eu sorrio e não digo absolutamente nada. É como se não tivesse nada a dizer, nada do que eu diria parece ser bom o bastante pra expressar o bem que ela me faz sentir. O que mais me espanta é o fato de que apenas eu me sinto assim sobre ela. Meus amigos, quando ouvem as histórias dessa tal garota incrível, riem, debocham… Alguns custam a acreditar na sua existência. Sempre ironizando sobre seus feitos, criticando suas atitudes, desprezando a maneira como ela decidiu viver a vida dela.
Aos 13 anos ela já tinha a vida perfeita, sabiam? Ela já sabia a idade que iria se casar, a casa em que iria viver e quantos filhos iria ter. Mesmo que ainda não tivesse sentido o verdadeiro amor, ela sabia que ele iria acontecer na sua vida. E ela se julgava pronta para recebê-lo, pois já havia até feito planos para ele.
Aquela garota nunca havia se apaixonado verdadeiramente, mas ela sabia como seria e a maneira como ela iria se sentir quando isso acontecesse. O amor era um dos sentimentos que mais se destacava em sua mente, em seu corpo. Ela era movida pelo amor. Ansiava por ele todos os dias, colocava-o em tudo que fazia… Sempre.
Tinha um olhar tão puro, uma risada tão suave, uma mente tão ingênua. E, se por um acaso ainda tivesse contato com essa menina, poderia jurar que não importa o quanto a sociedade tenha o poder de corromper uma pessoa… A ingenuidade dela, ainda que diminuísse um pouco, sempre estaria lá.
Existem várias pessoas nas quais gosto de pensar, pra mim é quase um refúgio pensar em algumas pessoas, pois existem algumas que me fazem bem apenas por pensar nelas… Essa garota é uma delas. Porém, pensar nela também me traz um certo pesar, porque eu não a conheço mais. Não sei mais aonde ela está, o que está fazendo, se está feliz ou triste.
Queria saber se a garota deixou de sonhar só porque um dia lhe disseram, com a vontade de lhe repreender, que ela sonhava demais. Queria saber se ela cresceu e se tornou uma mulher que não se reconhece no espelho, ou se ela ainda consegue enxergar a garota incrível que tinha 13 anos e sabia exatamente a casa em que iria morar e quantos filhos iria ter.

Samantha e a cidade.

O dia amanhece na cidade desconhecida. Uma menina segura sua mala e caminha até o táxi mais próximo. As pessoas a observavam, curiosas. Ela não era dali. Definitivamente era uma turista. Com suas botas peter pan, seu casaco preto com as mangas puxadas até as mãos, cabelos lisos e uma franja encobrindo o olhar triste e choroso, a menina cantarolava músicas que pareciam fazer sentido para ela. Seu olhar encontrava placas, árvores e pessoas que ela nunca havia visto. Ela olhava todas as coisas ao mesmo tempo, e não prestava atenção em nenhuma delas. Ela não deveria estar ali. Ela não queria estar ali.

- Samantha, me dá sua mala. – sua mãe dizia ao longe… Ainda que estivesse ao seu lado.

A menina olha para ela, entendendo o que a mãe queria através de sua linguagem gestual. Ela não podia ouvir nada, além do volume máximo de seu mp3 que tocava a música de uma banda emo. Ela sofria, e as músicas expressavam isso.

- Você quer ir na frente? - a amiga de sua mãe lhe perguntava, enquanto se acomodava no banco de trás do táxi. 

Sam sentia o motorista estudando-a. Deveria estar pensando porque aquela garota bonita estava com um olhar tão triste. Mal sabia que estava errado. Sobre a garota ser bonita, no caso.

- Pra mim tanto faz. – ela respondeu, baixo.
- Ah, tudo bem então. Vá na frente.

E então a porta de trás se fechou. A garota ficou alguns instantes observando aquela cena e sorriu. Era inacreditável como as pessoas não percebiam que nada daquilo fazia diferença alguma. Sam sentou-se na frente, colocou o cinto e trocou a música. Era uma música feliz demais para a ocasião.

Os minutos passavam e o destino não chegava jamais. A garota se perguntava aonde era o hotel aonde eles passariam os três dias seguintes. Parecia que seriam os três dias mais longos da vida dela. “Eu já passei por aqui… Olha, que casa legal! Caramba, ainda tem lua no céu! Mas já é de manhã e… Droga, a lua! Mas que saco! Estou com saudade.” Eram esses os pensamentos que passavam pela mente daquela garota estranha e calada sentada ao lado do motorista.

- Mãe. – a menina tirava o fone e perguntava.
- Oi. Fala, Sam
- Que horas a gente vai? – o tom de voz da menina era mais calmo e mais baixo do que o normal. Estava triste. E fungava o tempo todo, evidenciando as lágrimas que havia chorado um pouco antes.
- Que dia a gente vai aonde? - a mãe da menina sorriu e perguntou.
- Embora, mãe. Que horas a gente vai embora?
- Embora? – a mãe respondia sua pergunta, com outra pergunta. Isso deve ser hereditário, Samantha fazia exatamente o mesmo, o tempo todo.
- Sim, mãe. – a garota respirou profundamente e olhou para trás, encontrando seu olhar com o da mãe – Que horas nós vamos embora pra casa?

A menina notou o motorista olhando para ela. Ela mal havia chegado e perguntava para a mãe quando voltaria. Deve ser esse o motivo do olhar triste, ele deve ter pensado. Aposto que notou que a garota permanecia com o mesmo olhar.

- Na mesma hora em que saímos de casa. 22h00. Sairemos do hotel depois do jantar, no sábado. - a mãe respondeu com um tom de voz mais sério. Não gostava de ver a filha perguntando-lhe à que horas iria embora… Elas haviam chegado agora!
- Ah tá. - Sam colocou os fones de novo e olhou pela janela. A lua ainda estava lá. A mesma lua que a garota havia observado antes de sair de casa, aquela que a observou durante todo o trajeto. Finalmente um sorriso apareceu em sua face. Sua saudade fazia com que se sentisse confortável, às vezes.

Chegaram no hotel, finalmente. Ele era lindo, a garota não podia negar isso. A cidade parecia bonita também. E algumas palavras do motorista aqueceram-lhe o coração. Ela mal havia entendido o que ele tinha acabado de falar, mas o sotaque dele era algo que ela podia escutar durante horas, ainda que não falasse nada de útil. “Ótimo. Alguma coisa boa nessa cidade”, a menina pensava. Ela estava sendo injusta, e sabia disso. Mas a saudade doía, e ela ainda não sabia lidar com essa dor.
“Três dias. Tá, vamos parar para pensar. A gente chegou hoje. Temos o dia de hoje, o de amanhã e o sábado inteiros pela frente. Sábado de noite vamos embora. Não vai demorar tanto. Se pararmos para pensar, vou passar dois dias inteiros aqui. Dois dias sem… Droga. Mil vezes droga. Odeio esse lugar.”

- Vamos tomar café? – a mãe perguntou, dissipando o pensamento paradoxal da garota.
- Pra mim tanto faz. Não tô com fome. - Sam respondeu sem tirar os fones do ouvido. Ela não demonstrava interesse em participar da conversa, em aproveitar a viagem. Ela queria voltar, ainda que não encontrasse braços abertos para esquentá-la na volta. Nem mesmo ela sabia porque sentia tanta necessidade assim de voltar. Um computador é tudo que ela precisava. Mas… A saudade doía, machucava mesmo. Só alguém que já sentiu essa dor pode saber como é.

Samantha olhava, agora com atenção, para todos os lugares. As placas do hotel estavam escritas em alemão. ”Qual será o significado disso?”, ela pensava. Adorava alemão. Não o entendia, mas achava bonito. A decoração do hotel era simples, o lugar era completamente aconchegante. Era como estar em casa. Tirando toda a coisa de não estar em casa. Samantha não esquecia isso um segundo sequer.

As pessoas receberam-na com todo carinho e pareciam mesmo fazer de tudo para colocar um sorriso na face da garota. Por fim ela foi vencida. Chocolate sempre a fazia sorrir. E suco de morango também. Ela comia sorrindo.
Sozinha. Tudo o que ela não precisava ficar era assim. Quando se distraía parava de pensar na dor que a incomodava sempre. A garota estava se acostumando… Iria doer até a volta. Começou a chorar novamente.
Sam estava aonde sempre quer estar. Algo que ela dizia sempre é que poderia ir até o fim do mundo, desde que tivesse um mp3, pilhas e um pacote de bolacha. As pessoas riam dela, mas ela falava sério. Suas lembranças a manteriam viva, assim como estavam fazendo naquele momento. Ela chorava pois as lembranças nunca a deixavam em paz. E ela achava isso maravilhoso. Era ótimo pensar nas pessoas que amava… Mas doía (muito) estar longe delas.
Tudo o que a garota pensava fazia sentido e ao mesmo tempo parecia não fazer sentido algum. Ela sempre viajava, porque dessa vez fazia esse drama todo? Por que dessa vez doía tanto ter de deixar as pessoas que tanto amava? Ela não entendia. A música dizia em sua mente que ela não ama como amava ontem… Certamente ama mais. Ela só chorava. E sorria! A lua continuava brilhando no céu, observando-a.

Free! Meu companheiro de caminhadas.

Andando pela rua com minha bolsa, meu all star e meu caderno repleto de recortes, estava distraída e ia para a faculdade. Sem relógio, caminhava calmamente, despreocupada com o horário em que chegaria à aula de Direito Penal. Sabia que chegaria a tempo de assistir à essa aula, de uma de minhas matérias preferidas.
A música “Os Outros” permanecia em minha cabeça e eu olhava as pessoas através de meus olhos quase cobertos pela franja. Enquanto seguia em direção ao canal 05, por uma extensa avenida, um cachorro cruzou-me o caminho.
Era um cachorro grande e seria bonito se fosse bem cuidado. Ele era alto e sua cabeça encontrava-se na altura de minhas coxas, sem que ele retirasse suas patas do chão. Era marrom, tigrado e um cachorro de rua. Possuía pequenas manchas beges pelo corpo e eu não ficaria pasma se o cachorro ficasse da minha altura quando estivesse sob suas duas patas.
Atravessava o canal 05 e já tinha avistado aquele cachorro na calçada, pensando comigo mesma: “Será que ele vai me morder?”. Esse medo existia em virtude de uma bela mordida no braço seguida de cinco doses de anti-rábica no mesmo dia, em meu terceiro ano. Em respeito àquele animal que caminhava livre e pomposamente, parei e o encarei, olhando seus carentes olhos sem brilho. O cachorro parou, estudou-me e não fez nada, de modo que eu sorri e continuei em meu caminho, permitindo tacitamente que ele fizesse o mesmo.
Porém, ele me seguiu. Eu disse à ele para ficar, para sair dali… Mas ele continuou me seguindo. Estávamos apenas os dois naquela calçada larga. Ele caminhava ao meu lado, e qualquer pessoa diria que o cachorro era meu. As outras pessoas que vinham nos fazer companhia às vezes, corriam seus olhos curiosas a fim de entender aqueles dois seres que caminhavam em sintonia.
Eu sorria enquanto ele, às vezes, se precipitava à minha frente, exibindo-se. Fingia não estar nem aí e olhava para os carros que passavam na rua, deixando-o triste. Ele então parava e fitava os olhos sobre mim, esperando-me. Eu o olhava pelo canto dos olhos e passava à sua frente, mostrando indiferença. Quando fazia isso, meu companheiro continuava parado, fazendo-me sentir sua falta ao meu lado. Olhava para trás e então ele vinha correndo em minha direção, continuando a caminhar. Posso jurar ter visto um sorrisinho irônico naquele focinho em uma das vezes em que fiz isso.
Dessa maneira seguimos o nosso caminho, que parecia levar ao mesmo lugar. Eu já estava até pensando em um nome para ele, tamanha a consideração que ele me arrancou em apenas alguns instantes. Eu estava feliz e perplexa com aquela situação. Jamais o havia visto, e ele já podia passar por meu! Ele deveria ter um nome forte, que condizesse com seu porte e sua aparência, inicialmente, amedrontadora. Porém, se você conseguisse olhar dentro dos olhos daquele cão, jamais poderia dar-lhe um nome desse tipo. Ele era um doce, extremamente carinhoso e possuía um olhar leal. Free. Livre, como o vento e como ele realmente o era. Era um nome que combinava com ele… Aposto que ele teria gostado.
Quando, finalmente, chegamos ao canal 04, Free esperou-me para atravessar, como sempre. Bastava que eu olhasse para ele, então ele parava, e ficava a esperar que eu fizesse menção a andar. Eu decidi virar no canal 04 e não mais seguir aquela avenida. Free decidiu que iria pela avenida, e atravessou sozinho, depois que eu virei no canal e antes que eu pudesse me despedir. Quando pisou na calçada, seguro, ele virou para trás e olhou-me por alguns instantes, enquanto eu fazia o mesmo, parada do outro lado. Ele percebeu que não iria com ele e virou-se, continuando seu caminho. Eu sorri sozinha, um pouco triste, e continuei caminhando para a faculdade.
A lembrança desse episódio ficará sempre guardada em minha memória, e Free será sempre uma companhia agradável para caminhadas. Esteja ele aonde estiver.

“Mas não é Friburgo?” Não. Nova Friburgo é no Rio. Fraiburgo é em Santa Catarina.

No coração do estado de Santa Catarina, a 400 km de sua capital, em meio a uma exuberante paisagem, está localizado o município de Fraiburgo, lugar onde é possível encontrar árvores centenárias, animais exóticos, e um belíssimo lago onde as imponentes araucárias se fazem presentes. Nesta maravilhosa cidade, a maçã e seus derivados são o carro chefe de sua economia, como também na gastronomia, o que pode-se notar nos saborosos pratos a base desta fruta, que dão um gostinho especial a esse pacato lugar. É comum a prática do eco turismo, com suas trilhas ecológicas, além dos esportes radicais. A bela cidade ainda preserva a história e os costumes de diferentes etnias – o que é visível na arquitetura, infra-estrutura de hotéis, museus e centros culturais. O turista que visita Fraiburgo tem a oportunidade de ver nos meses de setembro a outubro a florada da maça, quando as macieiras florescem e a natureza nos dá um espetáculo à parte. Vale a pena conhecer a inesquecível Terra da Maçã. 

Isso é o que a maioria dos sites diz sobre Fraiburgo, que pode-se pronunciar com aquele sotaque de interior mesmo. Fraiburgo foi o lugar escolhido para passar o carnaval desse ano. Minha mãe já sabe que ela sempre tem três estados para escolher como destino: os três estados que formam a região sul. Acho que todo mundo já sabe da minha paixão por Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Enfim, fomos para lá neste carnaval.
Fraiburgo é uma das cidades mais lindas que já conheci. E talvez a mais fria também. Mas a recepção calorosa que tivemos nos deixou confortáveis, mesmo no frio da serra catarinense. A arquitetura de lá é realmente linda, e por si só é um espetáculo. Não importa aonde você está, sempre existe uma grande área verde ao seu redor. Estar em contato com a natureza é uma coisa que tu não pode escolher lá. Você sempre estará em meio à araucárias e com aquele céu tão azul bem pertinho. Em algumas noites era como se pudéssemos tocar as estrelas. Lindo!
Maçã. Fraiburgo é a terra da maçã, e, depois de visitar essa cidade, você vai sorrir sozinho apenas com a menção do nome dessa fruta. Chá, bolo, torta, salada, maionese, pinga, vinho, shampoo…. Tudo feito de maçã. É como se o ar dessa terra exalasse o aroma da fruta! Pra onde você olha existem maçãs enfeitando as paredes, as mesas… Algumas pessoas não podem mais ver maçã depois de visitar Fraiburgo. Comigo não foi assim.
As pessoas são tão boas e simpáticas. Elas perguntam de onde você é, quando vai voltar, se interessam pela história daquele viajante que é nitidamente um turista em sua terra tão linda. Todos são muito educados em Fraiburgo. E divertidos também. O sotaque fraiburguense chama atenção… E se você é amante de sotaques, irá se apaixonar por todas as palavras pronunciadas com esse sotaque.
Fraiburgo significa terra livre e fortificada. Livre… Foi exatamente como me senti lá. Livre, em meio àquela mata cheia de animaizinhos, àquele céu repleto de nuvens brancas que realmente parecem feitas de algodão, àquele frio que congelava tua alma… Àquele calor que esquentou meu coração seis dias. Seis lindos e cheirosos dias. Que não precisavam ter passado tão rápido.

Aqui, o hotel aonde fiquei hospedada esses dias.

2008.

Ano novo, vida nova… Blog novo.

2007 foi um bom ano. Começou com um janeiro encharcado por lágrimas que pareciam não querer secar nunca. Depois veio fevereiro, pintado com a tinta de veteranos sangüinários que aproveitaram-se da inexperiência de uma pequena menina que foi logo chamada de bixete. Chegamos em março com brigas e desentendimentos dignos de um seriado norte-americano… Ou uma novela mexicana mesmo. Pelo menos, as lágrimas de janeiro já tinham secado. Abril chegou e trouxe com ele uma paixão que parecia perfeita demais para ser verdade. O mês de maio provou que abril estava certo e demos férias para qualquer tipo de emoção mais forte. Junho foi o mês mais bem-resolvido de todos, poderia chamá-lo de mês “tô de boa Unisantos”. Meus 18 anos vieram com muitas novidades antigas. Muitas caminhadas, muita música, novos amigos e velhos amores. As melhores férias depois de muito tempo. Não acreditei que agosto chegou tão rápido, com todas aquelas matérias de novo! Eu estava tão acostumada com as férias… Mas agosto chegou com o uno, para animar as manhãs cinzentas daquele prédio pixado aonde estudo. Setembro costuma ser um mês tranqüilo… E em 2007 não foi diferente. Se houvesse uma trilha sonora eu diria que setembro foi o mês das “love songs”. Ao passo que em outubro “desencane” ganhou meu coração de maneira quase irrefreável. Novembro… Novembro chegou tão rápido que nem percebi a mudança de mês. Ainda estava me acostumando com todas as mudanças do ano quando reparei que ele já estava acabando. Novembro foi… Novembro! E a intensidade com que as coisas boas aconteceram nesse mês, me preparou para todas as coisas boas de dezembro, que foi o melhor mês do ano. Dezembro chegou com risos, alegria, e alguns poucos momentos de choros que não poderiam deixar de existir. Dezembro me deu esperança para pedir um 2008 melhor! Um 2008 muito melhor do que o 2007 perfeito que deixei partir com um aperto no coração…

2008 vai ser um ano bom. E eu vou fazer de tudo para que isso seja realmente verdade.

- Bom, meu nome é Manoela e este é meu novo blog. Com o tempo você se acostuma comigo. E aprende que tudo o que escrevo tem um significado além do que está aparente.